Espectro dos partidos e hemiciclo
O que mostra
No bloco “Conheça sua Câmara”, os vereadores em exercício aparecem num semicírculo, da esquerda para a direita, conforme a posição do partido numa escala de 0 (extrema-esquerda) a 10 (extrema-direita). A cor do anel da foto é o grupo do partido. O cartão mostra a faixa e a nota.
Como calculamos
A nota vem de uma pesquisa acadêmica: Bolognesi, Ribeiro, Codato e Silva (Opinião Pública, 2025), “O desaparecimento do centro ideológico no sistema partidário brasileiro”, Opinião Pública, v. 31, e31120. DOI 10.1590/1807-0191202531120.
- Cientistas políticos filiados à ABCP deram uma nota de 0 a 10 a cada partido. A nota do partido é a média.
- Usamos a onda de 2022: 978 convites, 48,8% de respostas.
- A faixa (esquerda, centro, direita…) sai dos cortes do próprio artigo, aplicados à média.
- No semicírculo, as 7 faixas viram 5 cores: as faixas “extrema” entram no grupo vizinho (extrema-esquerda com esquerda, extrema-direita com direita). O cartão continua a mostrar a faixa exata.
- Ordem dos assentos: nota do partido, depois sigla e nome. Partido sem nota fica no meio, em cinza.
| Faixa | Média |
|---|---|
| extrema-esquerda | 0 a 1,5 |
| esquerda | 1,51 a 3 |
| centro-esquerda | 3,01 a 4,49 |
| centro | 4,5 a 5,5 |
| centro-direita | 5,51 a 7 |
| direita | 7,01 a 8,5 |
| extrema-direita | 8,51 a 10 |
| Partido | Nota | Faixa |
|---|---|---|
| PSOL | 1,41 | extrema-esquerda |
| PCdoB | 1,78 | esquerda |
| PT | 2,68 | esquerda |
| PDT | 3,86 | centro-esquerda |
| MDB | 6,50 | centro-direita |
| PSDB | 6,76 | centro-direita |
| PODEMOS | 7,44 | direita |
| PROGRESSISTAS | 8,15 | direita |
| REPUBLICANOS | 8,33 | direita |
| UNIÃO | 8,49 | direita |
| NOVO | 8,67 | extrema-direita |
| PL | 8,80 | extrema-direita |
- Esquerda: extrema-esquerda e esquerda
- Centro-esquerda: centro-esquerda
- Centro: centro
- Centro-direita: centro-direita
- Direita: direita e extrema-direita
Limites
- A posição é do partido nacional, não do vereador nem do diretório local. Um vereador pode votar de outro jeito.
- É a opinião de especialistas, não uma medida dos votos dados na Câmara.
- O artigo calcula o rótulo de cada partido com outra conta (média ponderada: onda de 2022, ajustada por 2018). Por isso o rótulo do artigo e o do portal podem diferir. Exemplo: Republicanos tem média 8,33, “direita” pelo corte; o artigo o chama de “extrema-direita”.
- Para os autores, “extrema” é só uma faixa da escala. O rótulo não diz se o partido é antissistema.
- As notas são anteriores às fusões de 2023 (por exemplo, o PSC no Podemos). O PRD não tem nota publicada e fica sem classificação.
Principais pautas
O que mostra
Até 3 temas que aparecem com mais frequência nas propostas de cada vereador, no cartão do semicírculo.
Como calculamos
- Cada tema tem uma lista fixa de palavras-chave. O portal procura essas palavras no título e na ementa das propostas.
- Entram projetos de lei, pedidos de informação e requerimentos de autoria do vereador. Coautorias, moções e Pedidos de Providência ficam fora.
- Um tema só aparece com 3 propostas ou mais. Os temas são ordenados pelo número de propostas; no empate, pela ordem da lista abaixo.
- Uma proposta pode contar em mais de um tema. Não há IA nesta conta: é uma regra de texto.
- Saúde
- Educação
- Trânsito e transporte
- Obras e serviços urbanos
- Segurança
- Assistência social
- Meio ambiente e animais
- Cultura, esporte e lazer
- Economia e emprego
- Gestão e contas públicas
- Mulheres e direitos
Limites
- Em 11/10/2026, as palavras-chave acharam tema para 822 de 1.687 propostas (49%). As outras 51% não entram na conta.
- Palavra-chave erra: uma ementa pode citar “escola” sem tratar de educação.
- Conta quantidade, não importância. Um tema com muitas propostas curtas passa à frente de um tema com uma proposta grande.
Índice relativo por bairro
O que mostra
No perfil, o bloco “Onde foi votado” pinta os bairros pela força relativa do vereador: nos votos que ele recebeu e nos Pedidos de Providência que ele fez. Uma frase compara os dois mapas.
Como calculamos
índice = (parcela do vereador no bairro) ÷ (parcela do vereador na cidade)
- Parcela no bairro: votos dele no bairro ÷ votos de todos os candidatos a vereador no bairro. Para pedidos, a mesma conta com os pedidos de todos os vereadores.
- 1 quer dizer a mesma parcela que ele tem na cidade toda. 2 quer dizer o dobro.
- Votos: votos por seção do TSE na última eleição, somados pelo bairro do local de votação.
- Pedidos: todos os Pedidos de Providência com autor identificado.
- Base mínima, separada para cada mapa: no mapa de votos, o bairro precisa de 1.000 votos ou mais (somando todos os candidatos); no mapa de pedidos, de 30 pedidos ou mais (somando todos os vereadores). Abaixo disso o bairro aparece hachurado, sem índice, só naquele mapa.
- A frase pega os 5 bairros de maior índice de votos e diz que parte dos pedidos do vereador está neles. Com menos de 10 pedidos com bairro, a frase não compara.
- até 0,8
- 0,8 a 1,2
- 1,2 a 1,5
- 1,5 a 2
- acima de 2
Limites
- O bairro do voto é o do local de votação, não o da casa do eleitor.
- Só entram bairros identificados. Pedido sem bairro reconhecido fica fora do numerador e da base.
- Por que a base mínima: num bairro com 1.000 votos, o vereador mediano de Santa Maria teria cerca de 19 votos esperados, com variação ao acaso de cerca de 23%. Com 30 pedidos no bairro, ele teria cerca de 1 pedido esperado; abaixo disso, um único pedido dobraria o índice.
- Em Santa Maria, a base mínima deixa fora 3 de 38 bairros (1,6% dos votos) e 10 de 41 bairros (7,9% dos pedidos).
- O índice mostra onde a presença do vereador é maior que a média dele. Não mostra causa nem intenção.
Presença nas sessões
O que mostra
No perfil: em quantas sessões o vereador esteve presente e um calendário dia a dia. Um placar de presença compara os vereadores.
Como calculamos
- Usamos o campo “esteve presente” que a Câmara registra em cada sessão. Não usamos o relatório de frequência.
- Só contam as sessões em que o vereador exercia o mandato (pelos períodos de posse e substituição). Se os períodos ainda não foram coletados, contam todas as sessões.
- Calendário: cada dia com sessão, desde 1º/1/2025, no fuso de Brasília. O dia fica “presente”, “ausente”, “parcial” (presente em parte das sessões do dia), “sem registro” ou “fora do mandato”.
- Placar: o portal não faz ranking de vereadores. Há duas exceções, decididas em 11/10/2026: a presença e as leis.
- No placar, o vereador precisa de 20 sessões em exercício ou mais. Abaixo disso ele aparece sem posição.
- Empate divide a posição: com a mesma taxa, dois vereadores ficam no mesmo lugar e o seguinte pula um (1º, 2º, 2º, 4º).
Limites
- O registro diz só se o vereador estava presente. Não diz o motivo da ausência.
- Sessão sem registro de presença não entra na conta.
- A presença mostra comparecimento, não trabalho. O que acontece fora do plenário não aparece aqui.
Posição em leis
O que mostra
Quantos projetos de lei do vereador viraram lei e a posição dele entre os titulares por esse número.
Como calculamos
- Contamos os projetos de lei de autoria do vereador que viraram lei. Coautorias são contadas à parte.
- Nomes de rua, títulos e datas comemorativas não contam: são outros tipos de proposta.
- A ligação vem da própria Câmara: o título de cada lei traz o projeto de origem (“LEI → PL”).
- É a segunda exceção à regra de não fazer ranking (a outra é a presença), decidida em 11/10/2026.
- Só os titulares entram na posição.
- Empate divide a posição (1º, 2º, 2º, 4º). Dentro do empate, a ordem da lista é pelo nome.
Limites
- Conta quantidade, não importância: uma lei simples e uma lei complexa valem 1 cada.
- Lei cujo título não cita o projeto de origem não entra na conta.
- Suplentes não entram na posição.
Afinidade de voto
O que mostra
No perfil: com cada colega, em que parte das votações os dois votaram igual, ao lado da média da Câmara.
Como calculamos
- Só votações nominais divididas (com pelo menos 1 voto contrário ou 1 abstenção) e não secretas. Em votação unânime todos votam igual, e a coincidência não informa nada.
- A base de um par é o número dessas votações em que os dois votaram sim ou não. Abstenção, ausência e “sem voto” (por exemplo, quem preside a sessão) ficam fora.
- Cada votação conta uma vez.
- O gráfico mostra só pares com base de 10 votações ou mais. Pares com base menor aparecem só na tabela.
- Média da Câmara: média simples da taxa de todos os pares com base de 10 ou mais.
Limites
- Votar igual não quer dizer aliança. Dois vereadores podem votar igual por motivos diferentes.
- A taxa não diz o tema da votação nem o peso dela.
- Abstenções ficam fora: quem se abstém muito tem base menor.
Pedidos de Providência no mapa
O que mostra
Cada Pedido de Providência é um ponto no mapa, com a cor da situação dele na prefeitura. Um painel por secretaria resume quantos pedidos foram arquivados e quantos estão parados.
Como calculamos
- Toda noite, um robô lê as proposições novas no sistema público da Câmara.
- Endereço: regras de texto leem o pedido e devolvem rua, número e bairro como estão escritos, sem inventar. Elas reconhecem o padrão mais comum (“Rua X, nº 10, bairro Y”). A leitura por IA existe no código, mas está desligada: nenhum pedido passou por IA. desligado hoje
- Ponto no mapa: o endereço vai para o Nominatim (OpenStreetMap), uma consulta por segundo, com cache e só dentro da área da cidade. O bairro é aquele onde o ponto cai. Sem ponto, o pedido fica preso ao bairro citado no texto.
- Situação: vem das etapas públicas do processo. “Arquivado”: uma etapa de arquivar ou concluir foi encerrada. “Parado”: está com a secretaria, sem etapa de encerramento. “Devolvido”: há etapa pendente fora da secretaria (por exemplo, com o vereador). “Na Câmara”: ainda não chegou à prefeitura.
- O robô confere de novo, toda noite, todos os pedidos parados ou na Câmara. A situação muda com o tempo.
Limites
- Os locais são extraídos automaticamente e podem ter erro.
- “Arquivado” não quer dizer “feito”. O sistema não registra o resultado na rua.
- Na medição de 10/10/2026, nenhum pedido tinha resposta escrita da prefeitura.
- Pedido sem endereço reconhecível não vira ponto no mapa.
Gastos públicos
Fontes
Despesa por mês, secretaria, função e tipo: dados abertos do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS), conjuntos “balancete da despesa” e “despesa por empenhos”. Os dados são enviados pela Prefeitura e pela Câmara; o tribunal ainda não os analisou. Despesa com pessoal e limite da LRF: Tesouro Nacional, SICONFI, Relatório de Gestão Fiscal, Anexo 1.
O que entra
- Prefeitura (administração direta) e Câmara. Autarquias e fundações, como o instituto de previdência, ficam fora.
- Só a despesa do ano. Restos a pagar de anos anteriores ficam fora.
- Empenhado é o valor reservado; liquidado é o que foi entregue e conferido; pago é o que saiu do caixa.
- Total, tipo, secretaria e função vêm do último balancete do ano. As 10 maiores secretarias e funções aparecem sozinhas; as demais entram juntas em “outras”.
- Valor por habitante: população do Censo 2022 (IBGE).
Mês a mês
Cada mês vem do arquivo de empenhos do TCE-RS. Quando esse arquivo ainda não chegou, o mês vem da diferença entre dois balancetes seguidos. Sem nenhum dos dois, o mês fica vazio, com o aviso “ainda não publicado pelo TCE-RS”. Um mês vazio não é gasto zero. Um mês com anulação maior que o gasto tem valor negativo: a coluna fica na base e o número aparece com sinal na dica e na tabela.
Folha sem nomes
A folha aparece em reais por secretaria, com encargos (elementos 3.1.90 e 3.1.91), sem nome, matrícula ou CPF. Para que nenhum valor revele o salário de uma pessoa, uma secretaria só aparece sozinha quando a remuneração do mês passa de 12,5 vezes o teto salarial do município. Ninguém pode ganhar mais que o teto, e num mês com 13º e férias uma pessoa recebe no máximo 2,5 tetos; acima desse valor, o grupo tem pelo menos 5 pessoas. As demais secretarias entram juntas em “outras secretarias”. Quem quiser o dado nominal encontra no portal da transparência do próprio órgão.
Enquanto o teto salarial do município (o subsídio do prefeito, fixado em lei) não estiver cadastrado, a folha aparece só no total de cada órgão, sem divisão por secretaria.
Custo dos mandatos por partido
- Diárias: soma desde a posse, no partido em que o vereador estava na data da diária, dividida pelos meses em exercício.
- Gabinete: cargos ocupados na data da coleta, multiplicados pelo salário do nível do cargo. É uma foto do dia, não uma série.
- A média é por vereador por mês. O total do partido é a média vezes o número de vereadores em exercício hoje.
- Quando o salário de um nível de cargo ainda não foi carregado, o valor do gabinete aparece como indisponível. A lista mostra só as diárias, e a média e o total ficam sem número. Nunca aparece R$ 0 no lugar de um valor que falta.
- Subsídio fica fora, porque é igual para todos. Cota de atividade parlamentar fica fora até haver valor em dado aberto.
- Lista em ordem alfabética. Mesma cor para todos os partidos. Custo não mede trabalho.
Despesa com pessoal e LRF
Despesa total com pessoal do Poder Executivo dividida pela receita corrente líquida ajustada, como o Município declara ao Tesouro. O cálculo segue o Manual de Demonstrativos Fiscais da STN. O limite máximo é 54% (LC 101/2000, art. 19, III, e art. 20, III, b); o prudencial, 95% do máximo (art. 22); o de alerta, 90% do máximo (art. 59, § 1º, II). O medidor não usa cor de situação: mostra o número, os limites e a fonte. O Tribunal de Contas pode apurar outro valor.
Uso de inteligência artificial
O que a IA faz
- Ler o texto dos Pedidos de Providência e tirar o endereço é um recurso pronto, mas desligado. Hoje esse trabalho é feito pelas regras de texto descritas acima. desligado hoje
- O código do portal é escrito com ajuda de IA. Cada linha passa por uma pessoa, que responde por ela.
O que a IA não faz
- Não dá nota nem veredito sobre ninguém.
- Não calcula espectro, pautas, índice por bairro, presença, leis ou afinidade: tudo isso são regras fixas, descritas nesta página.
Limites
Quando ligada, a IA poderá errar ao ler um endereço. Reconhecemos também os problemas da IA: efeito sobre o trabalho, concentração em poucas empresas, consumo de energia e água, vieses e direito autoral. Por isso a comunidade que faz o portal debate como usar a IA e como regulamentá-la.
Fontes e frequência de atualização
O que mostra
De onde vem cada dado e quando ele é atualizado. Cada bloco do perfil mostra a fonte e a data da última atualização.
Como coletamos
| Dado | Fonte | Atualização |
|---|---|---|
| Pedidos de Providência e situação na prefeitura | Câmara Municipal, sistema público de proposições | toda noite |
| Vereadores, proposições, leis, sessões, presença e votos | Câmara Municipal, dados abertos | toda noite |
| Diárias e cargos de gabinete | Câmara Municipal, portal da transparência | toda noite |
| Subsídio dos vereadores e salário por nível de cargo em comissão | Leis municipais que fixam os valores e as revisões anuais | a cada nova lei |
| Votos, candidaturas e contas de campanha | TSE, eleição de 2024 | uma vez por eleição |
| Desenho dos bairros | IBGE, malha de bairros 2022 | fixo |
| Mapa base | OpenStreetMap e OpenFreeMap | fixo |
| Espectro dos partidos | Bolognesi, Ribeiro, Codato e Silva (Opinião Pública, 2025) | a cada nova pesquisa |
| Despesa da Prefeitura e da Câmara, folha por secretaria | TCE-RS, dados abertos (balancete e empenhos) | toda semana; o TCE-RS publica com 1 a 6 meses de atraso |
| Despesa com pessoal e limite da LRF | Tesouro Nacional, SICONFI | toda semana; o dado é quadrimestral |
O robô roda todo dia às 3h (horário de Brasília), uma cidade por vez.
Em Santa Maria, o subsídio mensal dos vereadores é o da Lei nº 6.928/2024: R$ 12.543,72 na legislatura 2025–2028 e R$ 15.145,87 para quem preside a Câmara.
O salário de cada nível de cargo em comissão (CC-1 a CC-9) é calculado pelo portal a partir das leis: o valor-base do Anexo I da Lei nº 5.729/2012, na redação da Lei nº 6.984/2025, multiplicado pelas revisões gerais da Lei nº 7.082/2025 (5,48% desde março de 2025) e da Lei nº 7.146/2026 (4,14% desde março de 2026, conforme a página da Câmara). A tabela oficial da Câmara, em PDF, não foi lida pelo robô, porque o arquivo fica numa pasta que o site pede para robôs não acessarem. Por isso o valor calculado pode diferir em centavos da tabela oficial. O custo do gabinete soma o salário bruto dos cargos ocupados, sem encargos nem auxílios.
O corte de privacidade da folha de pagamento usa como teto o subsídio do prefeito, de R$ 31.087,60, fixado pela Lei nº 6.926/2024 para o mandato 2025–2028.
Limites
- Se a Câmara mudar o sistema, o robô pode parar até ser ajustado. A data de atualização de cada bloco mostra isso.
- O portal mostra o que as fontes oficiais registram. Erro na fonte aparece aqui também.
Logos dos partidos
O que mostra
O logo ao lado do nome do vereador identifica o partido dele.
Como usamos
- Uso só informativo. Todos os partidos têm o mesmo tamanho e o mesmo tratamento. O uso não indica apoio nem ligação com nenhum partido.
- Os arquivos vêm do Wikimedia Commons. Quase todos são de domínio público (forma simples, sem direito autoral).
- Logo do Republicanos: Partido Republicanos, CC BY 4.0, via Wikimedia Commons. O arquivo foi recortado nas margens e reduzido.
Limites
Os logos continuam marcas registradas dos partidos. A licença livre cobre o direito autoral, não a marca.